2 - Q120485 ( Prova: VUNESP - 2010 - FUNDAÇÃO CASA - Analista Administrativo - Direito / Português / Flexão nominal e verbal; Emprego dos tempos e modos verbais; )
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as frases:
Se George Orwell predissesse, eu também ______________. Uma catástrofe ____________ foi pelo Clube de Roma. Quando os pensadores fizerem coro ao pessimismo, nós também ____________.
Se George Orwell predissesse, eu também ______________. Uma catástrofe ____________ foi pelo Clube de Roma. Quando os pensadores fizerem coro ao pessimismo, nós também ____________.
- a) prediria … antevista … faremos
- b) predizia … antevinda … faremos
- c) predizeria … antevida … fazeremos
- d) prediria … antevista … fazeremos
- e) predizeria … antevinda … fazemos
3 - Q85582 ( Prova: VUNESP - 2010 - TJ-SP - Escrevente Técnico Judiciário / Português / Emprego dos tempos e modos verbais; )
Complete as lacunas das frases da charge, com as formas verbais corretas.

- a) Levanta . vá . faltam
- b) Levante . vai . falta
- c) Levante . vá . falta
- d) Levantem . vai . faltam
- e) Levante . vá . faltam
4 - Q85575 ( Prova: VUNESP - 2010 - TJ-SP - Escrevente Técnico Judiciário / Português / Emprego dos tempos e modos verbais; )
Nas questões de números 21 a 23, assinale a alternativa que
preenche, correta e respectivamente, as lacunas das frases dadas.
preenche, correta e respectivamente, as lacunas das frases dadas.
Eles______ os infratores prontamente.
Há dois meses, eles _______ o dinheiro roubado.
Sem que ninguém tivesse ______ , o menino tomou as providências.
Se você ______ o advogado, recomende-lhe prudência.
Há dois meses, eles _______ o dinheiro roubado.
Sem que ninguém tivesse ______ , o menino tomou as providências.
Se você ______ o advogado, recomende-lhe prudência.
- a) deteram . reaveram . intervido . ver
- b) deteram . reouveram . intervido . vir
- c) detiveram . reaveram . intervindo . ver
- d) detiveram . reouveram . intervindo . vir
- e) detiveram . reouveram . intervido . vir
5 - Q85555 ( Prova: VUNESP - 2010 - TJ-SP - Escrevente Técnico Judiciário / Português / Emprego dos tempos e modos verbais; )
Quando algumas pessoas que só acompanham meu trabalho
como jornalista cultural sabem que admiro, pratico e comento
futebol, isso sem falar de quando declaro o time para o qual
torço, soltam frases como "Isso não é importante", "Que perda
de tempo" ou "Todo mundo tem seu lado irracional". São
frases engraçadamente preconceituosas. Sugerem que os livros
e as artes são sempre importantes, nunca desperdiçam nosso
tempo e agem como veículos da nossa razão. E está claro que
não é assim... E sugerem, por outro lado, que do futebol nada
se aprende. Bem, muitos intelectuais aprenderam dele, como
de outros esportes, e eu digo sempre que o futebol me ensinou
mais sobre o Brasil do que muitos livros de história. Também
me ensinou sobre a natureza humana.
Concordo que o futebol não é "importante"; mais ainda,
que as pessoas lhe dão muita importância, desde o torcedor que
briga com a mulher ou com o vizinho porque o time perdeu até
o professor que decide defender a tese de que um time de 11
marmanjos de calções serve como modelo para o que uma nação
deve fazer com sua economia, educação, etc. Mas o futebol tem
importância por mexer com outras dimensões da nossa natureza,
como o instinto de competição física e a inclinação para o ritual
simbólico. Como ao ler as lendas da mitologia ou os romances
de aventura, projetamos no futebol um gosto pela façanha, uma
curiosidade sobre o limite. Viver é mover.
Se 2 bilhões de pessoas param para ver uma final de Copa
do Mundo, um observador cultural não pode ficar indiferente
a isso. Logo, ver algo que me dá prazer como simulação de
nossas possibilidades motoras e lúdicas, não precisa ser perda
de tempo. (...)
Sobre o lado irracional, uma das coisas que o futebol mostra
é que racionalidade e irracionalidade não são duas instâncias
lado a lado, mas que se mesclam e muitas vezes com resultados
positivos. O que Pelé fazia em campo podia partir de uma
memória corporal vinda desde as brincadeiras de infância - e
quantos prazeres da vida não têm a mesma relação com o jogo?
- e, no entanto, era produto de um trabalho mental, consciente,
forjado em tentativa e erro, repetidas vezes. O craque não é o
que pensa mais rápido e, assim, aplica o que faz com a bola
dentro da narrativa da partida. Como nas artes, na política ou na
paquera, o grande segredo mora no "timing". É preciso ensaiar
para não fazer em campo apenas as jogadas ensaiadas.
(Daniel Piza, O Estado de S.Paulo, 13.06.2010. Adaptado)
como jornalista cultural sabem que admiro, pratico e comento
futebol, isso sem falar de quando declaro o time para o qual
torço, soltam frases como "Isso não é importante", "Que perda
de tempo" ou "Todo mundo tem seu lado irracional". São
frases engraçadamente preconceituosas. Sugerem que os livros
e as artes são sempre importantes, nunca desperdiçam nosso
tempo e agem como veículos da nossa razão. E está claro que
não é assim... E sugerem, por outro lado, que do futebol nada
se aprende. Bem, muitos intelectuais aprenderam dele, como
de outros esportes, e eu digo sempre que o futebol me ensinou
mais sobre o Brasil do que muitos livros de história. Também
me ensinou sobre a natureza humana.
Concordo que o futebol não é "importante"; mais ainda,
que as pessoas lhe dão muita importância, desde o torcedor que
briga com a mulher ou com o vizinho porque o time perdeu até
o professor que decide defender a tese de que um time de 11
marmanjos de calções serve como modelo para o que uma nação
deve fazer com sua economia, educação, etc. Mas o futebol tem
importância por mexer com outras dimensões da nossa natureza,
como o instinto de competição física e a inclinação para o ritual
simbólico. Como ao ler as lendas da mitologia ou os romances
de aventura, projetamos no futebol um gosto pela façanha, uma
curiosidade sobre o limite. Viver é mover.
Se 2 bilhões de pessoas param para ver uma final de Copa
do Mundo, um observador cultural não pode ficar indiferente
a isso. Logo, ver algo que me dá prazer como simulação de
nossas possibilidades motoras e lúdicas, não precisa ser perda
de tempo. (...)
Sobre o lado irracional, uma das coisas que o futebol mostra
é que racionalidade e irracionalidade não são duas instâncias
lado a lado, mas que se mesclam e muitas vezes com resultados
positivos. O que Pelé fazia em campo podia partir de uma
memória corporal vinda desde as brincadeiras de infância - e
quantos prazeres da vida não têm a mesma relação com o jogo?
- e, no entanto, era produto de um trabalho mental, consciente,
forjado em tentativa e erro, repetidas vezes. O craque não é o
que pensa mais rápido e, assim, aplica o que faz com a bola
dentro da narrativa da partida. Como nas artes, na política ou na
paquera, o grande segredo mora no "timing". É preciso ensaiar
para não fazer em campo apenas as jogadas ensaiadas.
(Daniel Piza, O Estado de S.Paulo, 13.06.2010. Adaptado)
O período construído com duas das frases seguintes - "Isso não é importante."/ "Que perda de tempo."/ "Todo mundo tem seu lado irracional." - está correto, quanto à correlação de tempo verbal, em
- a) Se isso fosse importante, não era perda de tempo.
- b) Por mais que fosse irracional, não será perda de tempo.
- c) Embora se perca muito tempo com isso, não é uma irracionalidade.
- d) Talvez se perde muito com isso e seja assim uma irracionalidade.
- e) Contanto que isso era perda de tempo, é, pois, uma irracionalidade.
Gabarito:
3 - E 4 - D 5 - C
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